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O futuro da indústria têxtil passa por tornar cada processo de produção mais sustentável. Com o avanço da tecnologia, as empresas são capazes de desenvolver sistemas que não só contribuem para o meio ambiente, mas também reduzem os custos a longo prazo, otimizando os recursos utilizados para a produção.

Em 2015, as Nações Unidas chegaram a um consenso para desenvolver um plano de ação com 17 objetivos para que, até 2030, todos os países atinjam metas como igualdade entre as pessoas, proteção do planeta e prosperidade humana. 

Um desses objetivos é garantir água limpa e saneamento para atingir objetivos como o acesso universal e equitativo à água potável e melhorar a qualidade e a gestão dos recursos hídricos.

A gestão das águas residuais derivadas da produção têxtil é um dos grandes desafios enfrentados por esta indústria, já que é o setor industrial que mais utiliza água para a fabricação de tecidos e malhas.

Para se ter uma ideia, dos 80 bilhões de peças de vestuário fabricadas no mundo, cerca de 40% são feitas de tecido de algodão e isto requer cerca de 2.700 litros de água.

As Nações Unidas estimam que mais de 80% das águas residuais resultantes de atividades humanas são descarregadas nos rios ou no mar sem qualquer tipo de tratamento, causando a contaminação do ecossistema e sua deterioração. 

Reduzindo o impacto hídrico nas têxteis

A indústria têxtil está cada vez mais consciente da necessidade de que o setor se torne mais sustentável, pois é isso que o consumidor está exigindo.

As empresas estão atualmente adaptando os indicadores ambientais para ajudar a melhorar o planeta.

Para a água, é utilizado o indicador de impacto hídrica (HH), um indicador que mede o volume total de água utilizada para a fabricação de bens e serviços para consumo dentro de cada uma das etapas do processo de produção, tornando-nos conscientes dos recursos hídricos que consumimos, sua gestão e como otimizar seu uso.

Grandes corporações têxteis como Inditex, H&M, Primark, Nike, já exigem que seus fornecedores de tecidos cumpram padrões de produção sustentável em diversas áreas; uma delas é a "Descarga Zero de Produtos Químicos Perigosos" (ZDHC).

Este projeto visa assegurar que a cadeia de abastecimento têxtil respeite a reciclagem da água, reduzindo as descargas químicas que utilizam diariamente e alcançar o objetivo de "Descarga Zero de químicos contaminantes", ou seja, que toda a água que sai da fábrica têxtil esteja livre de qualquer componente químico e possa ser reutilizada ou devolvida limpa ao ecossistema.

EAS Brasil e a produção têxtil sustentável

Na EAS Brasil acreditamos fortemente nos valores da produção sustentável, razão pela qual assinamos um acordo de representação com a Idrosistem Energy. Esta empresa tem ampla experiência no tratamento de águas residuais para todos os tipos de setores, incluindo o têxtil. 

A parceria da EAS com a empresa de águas residuais Idrosistem Energy é limitada ao Brasil, através de sua sede local EAS Brasil. 

Como especialistas na indústria têxtil, oferecemos a oportunidade de assessorar os nossos clientes no projeto e implementação de sistemas que os ajudam a otimizar os recursos das empresas têxteis, como a InfoTint, e também a realizar uma correta gestão de efluentes. 

A reciclagem e o tratamento correto das águas residuais na fábrica têxtil oferecem benefícios, uma vez que o custo do uso da água pode representar até 80% do custo de produção.

Com os sistemas da Idrosistem Energy e a experiência da EAS Brasil, seremos capazes de criar um sistema de recuperação e tratamento de águas residuais que permitirá a recuperação de uma grande quantidade de água que será devolvida à produção de forma segura e com água de qualidade. 

Se você quiser mais informações, não hesite em nos contatar. Teremos prazer em lhe explicar este novo projeto e iniciar juntos um caminho em direção à sustentabilidade no setor têxtil. Você está interesado? Escreva-nos!

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